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BEPA. Boletim Epidemiológico Paulista (Online)

On-line version ISSN 1806-4272

BEPA, Bol. epidemiol. paul. (Online) vol.9 no.102 São Paulo June 2012

 

ARTIGO DE PESQUISA

Busca ativa de triatomíneos em área com ausência de notificações como subsídio à estratégia de vigilância entomológica no Estado de São Paulo

 


Active search of triatomines in area without report of bugs for the population as a subsidy of entomological surveillance in the state of Sao Paulo

 

Gerson Laurindo BarbosaI; Rubens Antonio da SilvaI; Vera Lúcia Cortiço Corrêa RodriguesII; Dalva Marli Valério WanderleyI

IDepartamento de Controle de Vetores. Superintendência de Controle de Endemias. Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
IILaboratório de Parasitoses por Flagelados de Mogi Guaçu. Superintendência de Controle de Endemias. Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. São Paulo, Mogi Guaçu, Brasil

Correspondência/Correspondence to

 


RESUMO

Avaliações das notificações de triatomíneos pela população em áreas de maior dispersão da espécie Panstrongylus megistus apontaram que as mesmas não têm ocorrido, ou acontecem de forma bastante esporádica. Para monitorar a situação foi proposta realização de busca ativa em localidades destas áreas. O critério para a estimativa da amostra das localidades considerou a positividade observada no intra e peridomicílios em imóveis pesquisados no período de 1990 a 1999. Nos anos de 2008 e 2009 foram pesquisadas as unidades domiciliares de 110 localidades, totalizando 4466 domicílios com 20 positivos, perfazendo uma positividade de 0,04% para intradomicílio e 0,4% para o peridomicílio. Coletaram-se 136 exemplares de triatomíneos, 90,4% referentes à espécie Triatoma sordida e 9,6% a Panstrongylus megistus, concentrados no peridomicílio (92,3%). Todos os exemplares examinados foram negativos para Trypanosoma cruzi. Os resultados permitem afirmar que a estratégia de vigilância está sendo conduzida de maneira eficaz, e que, embora se constate a presença de focos de triatomíneos no peridomicílio, não ocorre à instalação de colônias na intradomicílio. Os trabalhos de educação em saúde devem ser intensificados visando manter a população motivada a identificar a presença desses insetos, encaminhar às áreas competentes para a confirmação e controle de eventuais focos de infestação.


PALAVRAS-CHAVE: Triatomíneos. Controle de Vetores. Doença de Chagas.


ABSTRACT

Evaluations of the triatomines notifications for the population in areas of larger dispersion of the species Panstrongylus megistus aimed that the same ones have not been happening, or they happen in a quite sporadic way. To monitor the situation search accomplishment it was proposed it activates at places of these areas. The approach for the estimate of the sample of the places considered the encounter of the triatomines in the residences and out of the residences properties researched in the period 1990 to 1999. In the years 2008 and 2009 they were researched 110 places, adding 4466 homes with 18 positive, being 0.04% inside of residences and 4.4% out of the residences. Were collected 136 triatomines copies, 90.4% referring to the species Triatoma sordida and 9.6% Panstrongylus megistus, concentrated out of the residences (92.3%). All the examined copies went negative for Trypanosoma cruzi. The results allow affirming that the surveillance strategy is being driven in an effective way. Although the presence of triatomines focuses is verified out of the residences it doesn’t happen the installation of triatomines populations in the residences. The education works in health should be intensified seeking to maintain the motivated population the to identify the presence of those insects and to guide to the competent areas for the confirmation and control of eventual formation of new populations.

KEY WORDS: Triatominae. Vector Control. Chagas Disease.


 

INTRODUÇÃO

Primitivamente uma enzootia, a doença de Chagas passou a se constituir em problema de saúde humana a partir da domiciliação dos triatomíneos, deslocados de seus ecótopos naturais pela desagregação do ambiente. É doença de espaços abertos naturais ou produzidos pela ação antrópica.1 Espécies de triatomíneos, secundárias quanto à capacidade vetorial, podem freqüentar diferentes habitats, levando a reinfestação das habitações2. Em vigor no Estado de São Paulo, desde o ano de 2004, a estratégia de vigilância entomológica está centrada na notificação de triatomíneos por parte da população.3,1 Atualmente a espécie Panstrongylus megistus, que tem sua área de dispersão nas regiões norte e nordeste de São Paulo, em municípios situados na divisa com o estado de Minas Gerais e na região de Mata Atlântica, é a que apresenta maior importância epidemiológica, devido aos mais elevados índices de infecção natural e taxas de colonização do intradomicílio, quando comparado a outras espécies. Panstrongylus megistus possui acentuada tendência de domiciliacão em várias regiões do Brasil, principalmente no centro, leste e sudeste do país e, provavelmente, as matas residuais constituem os focos de abrigo para as populações deste triatomíneo.1 Depois do Triatoma infestans, é a espécie com maior capacidade de domiciliação.3 Carcavallo et al.4 demonstraram que P. megistus apresenta marcante ecletismo alimentar, constatando-se que sua alimentação é realizada em aves, humanos, cães, gatos, marsupiais, roedores, bovinos, caprinos, suínos, dentre outros. Um estudo sobre P. megistus realizado em Bambuí, região centro-oeste de Minas Gerais, demonstrou relevante participação do homem como fonte alimentar deste triatomíneo, uma vez que em 40% dos insetos identificou-se sangue humano no seu conteúdo intestinal, ressaltando a possibilidade de transmissão do Trypanosoma cruzi por este vetor5. Estudo realizado por Villela et al.6 demonstraram maior antropofilia de P. megistus quando comparados com os dados observados no Estado de São Paulo para esta mesma espécie, onde o percentual de insetos ingurgitados por sangue humano ficou em 9%.7

No Estado de São Paulo, para o período de 2004 a 2006 houve queda no número de notificações recebidas espontaneamente pela população na ordem de 78,7%, na região de maior frequência de encontro da espécie P. megistus. As notificações de insetos procederam de 100 municípios dos 206 existentes nesta mesma região.

Dada à importância que este vetor apresenta no Estado, devido a sua antropofilia e comportamento domiciliar8 e, considerando que o monitoramento da vigilância entomológica nos últimos anos mostrou que as notificações são ausentes em algumas áreas e acontecem de forma bastante esporádica em outras, foi proposta a realização de busca ativa de triatomíneos em localidades selecionadas, como subsídio ao Programa de Controle da Doença de Chagas.

METODOLOGIA

Foi realizado estudo transversal em municípios selecionados das regiões central e nordeste de São Paulo os quais são coordenados administrativamente pelos departamentos regionais de saúde (DRS) de Botucatu, Sorocaba, Campinas, São João da Boa Vista, Barretos, Franca e Ribeirão Preto e compreendem 206 municípios. Estas regiões se inserem na área de dispersão da espécie Panstrongylus megistus e se caracterizam por apresentar municípios com ausência ou número reduzido de notificações no período de 2004 a 2006.9,10

Cálculo de amostra para imóveis rurais

Para determinar o número de imóveis a serem trabalhados, foram utilizadas informações de positividade, ou seja, imóveis com presença de triatomíneos, obtidas para o intra e/ou peridomicílios referentes às pesquisas entomológicas realizadas pela SUCEN no período de 1990 a 1999, nos municípios dos DRS sob investigação. Com base nessas informações foram determinadas as estimativas de positividade de casas e peridomicílios que variaram de 2,9% a 3,5%.

Por não termos disponíveis os valores referentes ao desvio padrão destas positividades, e considerando um erro amostral de 1,5%, tanto para mais como para menos, com um intervalo de confiança de 95% utilizamos a fórmula de cálculo amostral

onde p é a proporção de positividade, q o seu complementar, d é o erro amostral e z é grau de confiança desejado.

A aplicação das estimativas de positividade permitiram a determinação do número de imóveis a serem pesquisados para cada DRS (Tabela 1). Os imóveis rurais foram agrupados por localidades, ou seja, bairros rurais. Pela impossibilidade de sorteio aleatório da amostra, foi calculado o número médio de imóveis por localidade, considerando o total de imóveis rurais e localidades existentes para cada DRS chegando-se assim ao número de localidades a serem trabalhadas. O sorteio dos imóveis da amostra foi feito por conglomerados, sendo todos os imóveis trabalhados.

 

O número de localidades amostradas para esta pesquisa foi de 135, distribuídos em 70 municípios dos departamentos regionais de saúde - DRS Barretos (Barretos, Bebedouro, Cajobi, Colina, Guaíra, Guaraci, Jaborandi, Monte Azul Paulista, Olímpia, Severínia, Taiúva, Terra Roxa, Viradouro e Vista Alegre do Alto), DRS Botucatu (Botucatu, Cerqueira César, Conchas, Fartura, Itaí, Itatinga, São Manuel), DRS Campinas (Joanópolis, Monte Alegre do Sul, Monte Mor, Várzea Paulista), DRS Franca (Aramina, Buritizal, Cristais Paulista, Franca, Guará, Ipuã, Itirapuã, Ituverava, Miguelópolis, Morro Agudo, Nuporanga, Orlândia, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Rifaina, Sales de Oliveira, São Joaquim da Barra, São José da Bela Vista), DRS Ribeirão Preto (Altinópolis, Barrinha, Batatais, Brodósqui, Cajuru, Cássia dos Coqueiros, Cravinhos, Guariba, Jaboticabal, Jardinópolis, Pitangueiras, Ribeirão Preto, Santa Rosa do Viterbo, Santo Antonio da Alegria, Serrana, Sertãozinho), DRS São João da Boa Vista (Casa Branca, Espírito Santo do Pinhal, Itapira, Mococa, Mogi Guaçu, São José do Rio Pardo, Tambaú), DRS Sorocaba (Araçoiaba da Serra, Capão Bonito, Ibiúna, Tatuí) (Figura 1).

 

Pesquisa de triatomíneos

A pesquisa de triatomíneos foi realizada nos anos de 2008 e 2009, em todas as unidades domiciliares (intradomicílio e peridomicílio) de forma integral e direcionada as fontes de alimentação. A pesquisa consistiu na busca da presença de vetores da doença de Chagas ou de vestígios dessa presença. A partir dela é orientado o emprego regular e sistematizado de inseticida de ação residual nas habitações infestadas, ou seja, o controle químico.

Os triatomíneos coletados foram identificados e examinados quanto à positividade para tripanosomatídeos nos laboratórios dos serviços regionais da Superintendência de Controle de Endemias. O protocolo de pesquisa foi submetido e aprovado pela SUCEN.

 

RESULTADOS

Foram trabalhadas 110 localidades, 81,5% daquelas programadas, uma vez que 25 localidades se transformaram em áreas de plantio de cana de açúcar. O número de imóveis pesquisados foi de 4466 totalizando 20 imóveis positivos (0,4%), dos quais em um deles foi encontrado triatomíneo no intradomicílio (cozinha) e peridomicílio pertencente a DRS de Franca (Tabela 2).

Presenças de triatomíneos foram observadas nos DRS de Barretos, Franca e Ribeirão Preto. Foram capturados 136 exemplares de triatomíneos, representados em sua maioria por ninfas (72,7%) (Tabela 3). As quatro ninfas de triatomíneos coletadas no intradomicílio corresponderam a exemplares de Triatoma sordida - 02 ninfas de 5º estágio e 01 ninfa de 2º estágio - e Panstrongylus megistus - 01 ninfa de 4º estágio. A espécie Triatoma sordida foi a mais coletada (90,4%) concentrados no peridomicílio (96,8%). Todos os exemplares examinados foram negativos para Trypanosoma cruzi.

 

 

DISCUSSÃO

O risco da transmissão vetorial da doença de Chagas no Estado de São Paulo foi reduzido, conforme demonstrado nos trabalhos que compõem a avaliação das atividades do Programa de Controle11,10. A possibilidade de restabelecimento da transmissão vetorial no ambiente domiciliar no Estado é remota, podendo se dar pela reintrodução de Triatoma infestans desde áreas ainda infestadas no país ou pela colonização intradomiciliar de espécies nativas (Triatoma sordida, Panstrongylus megistus e Rhodnius neglectus).12

A vigilância entomológica da doença de Chagas em São Paulo tem sido mantida com participação da população, notificando a presença de vetores nas habitações. Na perspectiva da sustentabilidade das ações de vigilância e controle, e dos próprios níveis de controle alcançados a abordagem de uma estratégia de risco para planejamento das ações são bastante profícuas.12 A realização deste projeto, como sentinela permitiu verificar que a estratégia de vigilância está sendo conduzida adequadamente. A situação encontrada nas pesquisas de triatomíneos é condizente com a realidade atual, ou seja, não há notificações uma vez que não há infestação ou esta se encontra em níveis muito baixos como se pode observar no presente estudo.

Os trabalhos de educação em saúde devem ser continuados para que seja mantida a situação sob controle. Esta condição é absolutamente necessária, como forma de consolidar o controle da doença de Chagas nos cenários de domiciliação de triatomíneos secundários e silvestres, migrações/urbanização humana e descentralização das ações de saúde. Na região em estudo, cuja predominância é de P. megistus, espécie acompanhada de antropofilia, elevado ecletismo alimentar, capacidade de domiciliação e mobilidade espacial a atenção deve ser redobrada.13,14,9 Devem ser estimuladas às ações de manejo do ambiente domiciliar, como o afastamento de anexos, descarte de materiais inservíveis, por parte da população. É fundamental o desenvolvimento de atividades permanentes e contínuas de sensibilização e qualificação, sobre a melhoria de condições sanitárias dos domicílios rurais e a vigilância de vetores.

No caso da doença de Chagas, um componente essencial da vigilância epidemiológica é o vetorial, que deve ser implementado de forma contínua e duradoura, e, para isso, a participação da população é indispensável, não apenas para a sustentabilidade das ações, mas porque a vigilância com participação da população é o método mais sensível de pesquisa entomológica para triatomíneos, em situações em que as densidades das espécies domiciliadas são mínimas. 15,16 A vigilância entomológica da doença de Chagas em áreas com transmissão interrompida, com baixo risco de re-introdução do vetor primário e, com poucas chances de colonização domiciliar por espécies nativas, deve ser monitorada. De acordo com Silveira et al., 17 não se pode pretender que o envolvimento da população nas áreas controladas seja o mesmo daquele em áreas em que a doença, e especialmente o vetor, estão presentes em maior densidade. Haverá sempre a tendência de que a população nascida após o controle apresente outro nível de comprometimento com o problema.

Os dados analisados indicam que, de modo geral, o risco de transmissão vetorial é muito baixo, uma vez que não foi detectada a presença de colônias intradomiciliares associadas à infecção por Trypanosoma cruzi. A presença esporádica de exemplares adultos desses triatomíneos na habitação, ou colonizando o peridomicílio, é previsível, em se tratando de espécies nativas. A recomendação para esta área é a intensificação do componente educativo não exigindo nenhuma intervenção, a menos que se comprove a existência de grandes colônias peridomiciliares que exerçam pressão sobre o domicílio e monitoramento contínuo da situação.

 

REFERÊNCIAS

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Correspondência/Correspondence to
Rubens Antonio da Silva
Rua Paula Sousa, 166, 1º andar – Luz
CEP: 01027-000 – São Paulo/SP – Brasil
Tel.: 55 11 3311 1167
e-mail:rubensantoniosilva@gmail.com

Recebido em: 23/01/2012
Aprovado em: 02/06/2012
Conflito de interesse - Os autores declaram não haver nenhum tipo de conflito de interesse no desenvolvimento do estudo.