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BIS. Boletim do Instituto de Saúde (Impresso)

versão impressa ISSN 1518-1812

Resumo

PAIVA, Karina Mary de et al. Deficiência auditiva referida e serviços de saúde: um estudo de base populacional. BIS, Bol. Inst. Saúde (Impr.) [online]. 2011, vol.13, n.2, pp. 125-129. ISSN 1518-1812.

De acordo com dados do IBGE (2000), mais de cinco milhões de pessoas relataram deficiência auditiva (DA). Em 2004, foi implantada no Brasil a Política de Atenção à Saúde Auditiva (PNASA), com a finalidade de garantir diagnóstico, acesso a próteses e à reabilitação. O objetivo deste estudo foi avaliar o conhecimento relativo a esta política pela população, verificando a percepção da necessidade de assistência em decorrência de DA referida, entre os anos de 2003 e 2008 (anterior e posterior à implementação da PNASA). Os dados são de inquéritos domiciliares conduzidos no Município de São Paulo em 2003 e 2008, com 3.357 e 3.271 pessoas. As estimativas de prevalência da DA referida nos dois anos foram: 4,9% (IC95%: 3,7-6,4) e 3,1% (IC95%: 1,6-6,0), sendo superiores no sexo masculino e aumentaram com a idade. Os percentuais de pessoas com DA que referiram necessidade de assistência em decorrência da deficiência foi de 38,4% (IC95%: 28,2-49,9) em 2003 e de 22,3% (IC95%:13,1-35,3) em 2008, não sendo detectada diferença estatisticamente significante entre esses percentuais. A maioria, portanto, afirmou não precisar de nenhuma assistência em função da deficiência em ambos os períodos. Estes resultados sugerem a necessidade de avaliação da efetividade das políticas vigentes, pois a regulação e o controle de ações propostas são essenciais na garantia da equidade e universalidade do acesso aos serviços de saúde.

Palavras-chave : Deficiência auditiva; Políticas públicas; Serviços de saúde.

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