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BIS. Boletim do Instituto de Saúde (Impresso)

versão impressa ISSN 1518-1812

Resumo

FERNANDES, Marli  e  SILVA, Mário César da. Comunicação e saúde: por uma política ético-estética. BIS, Bol. Inst. Saúde (Impr.) [online]. 2010, vol.12, n.1, pp. 88-93. ISSN 1518-1812.

RESUMO O presente artigo, que tem como tema Comunicação e Saúde - por uma política ético-estética, apresenta tendências de duas vertentes do pensamento contemporâneo. Ambas cartografam dispositivos distintos, porém semelhantes: analisar a resultante dos modos de criação e possíveis saídas (modos de resistência) ao modelo hegemônico de sentido e valor próprios da lógica de mercado, que caracterizam a contemporaneidade, é o que traduz pelo menos uma das vertentes; fazer composições com as resultantes dos modos de criação da cultura e possíveis saídas (modos de resistência) ao modelo do capitalismo atuante, pelo qual todos nós-comunicadores de saúde, ou não-estamos contaminados. Estas questões da comunicação em geral nos circunda e nos afeta em nosso modo de agir. Mesmo de modo breve, percebe-se que "tudo" remonta a uma questão ético-política e estética. Trata-se, portanto, de comunicar, difundir e identificar os recursos (des) potencializadores da qualidade de vida, os sinais da cultura, os modos de existência frente aos fatos adversos e cotidianamente ativados pelos organismos socioculturais coexistentes e na comunicação do mundo globalizado (foto 1). Salta-nos aos olhos esta questão, que talvez seja o caráter inovador do tema: os efeitos imediatos dirigidos ao papel do profissional e do trabalhador da saúde que, diante das sensibilidades da produção de subjetividades no mundo contemporâneo, percebe estas multiplicidades e se pergunta a respeito destas configurações, de um mundo de velocidades infinitas, virtuais, nem por isso irreais e que nunca cessam de produzir o real.

Palavras-chave : Ética; estética; subjetividade.

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